sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

essa noite, apenas essa.
Ela diz: eu não posso e você sabe.
Ele diz: mas porque seu namorado é um besta, ele não a merece
Ela diz: mas porque ele não me merece?
Ele diz: porque ele não te ama, o quanto eu te amo.
Ela diz: como vou saber o quanto você me ama, aliás, como vou saber que você me ama mais do que ele
Ele diz: pelo simples fato, por eu estar aqui, e não estar correndo atrás de nenhuma outra.
Ela diz: como devo acreditar em você?
Ele a beija, ele a carrega no colo e diz: namore comigo, farei de você a pessoa mais feliz desse mundo.
Ela diz: eu namoro, com você, eu quero passar o resto da minha vida ao seu lado, passar o resto dos meus dias beijando essa sua boca macia, tendo esse corpo junto ao meu.
Ele a joga na cama, delicadamente ele tira a roupa da moça, e naquela noite fria e solitária, aqueles dois corpos se juntam e se amam. Naquela mesma noite, ele a pede em casamento. Ele retira um anel que estava no criado mudo ao lado da cama aonde os dois estavam, um anel que não era caro, não era de brilhantes, mas que a partir dali seria o símbolo do amor eterno.

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